Bitcoin Paper Wallet Generator - Secure Offline Cold ...

Um Pequeno Resumo Sobre Criptomoedas

Não vou me delongar muito no assunto porque isso é o Reddit e ninguém quer ler uma dissertação de 5000 palavras. Mas vou começar explicando a história, motivo e vantagens. Depois vou passar para as desvantagens, evoluções e por fim o cenário atual.

Criação

Bitcoin não é novidade, foi criada em 2009 por um anônimo que respondia pelo nome de Satoshi, por isso alguns pensam que é uma criação japonesa (mas talvez o cara seja simplesmente um fã de Pokémon). Curiosidade: a carteira original de Satoshi ainda possui 8% de todas as Bitcoins do mundo. A ideia de gênio do Satoshi foi de criar e implementar uma tecnologia chamada Blockchain para criar uma moeda virtual descentralizada e segura. Esta tecnologia basicamente consta da ideia de que cada "usuário" mantenha uma cópia de todas as atividades feitas nesta rede virtual (transferências e criações de moedas), isso garante que uma pessoa não possa, por exemplo, simplesmente inventar 5.000 bitcoins e mandar pro amigo. Leia mais sobre a blockchain aqui.

Vantagens

Esse já é um assunto bem disperso em redes mainstream, mas as vantagens são a descentralização (não dependência de nenhum governo), segurança (apesar de algumas falhas já terem ocorrido) e anonimato. Isso é interessante pois cria uma unidade de valor "estável". Ou seja, em seu status de unidade de valor, o bitcoin se assemelha mais ao ouro do que a moedas de países. Mil reais brasileiros podem nem existir daqui a 100 anos, mas uma barra de ouro ainda vai ser uma barra de ouro e um bitcoin ainda vai ser um bitcoin. O valor pode flutuar, mas a unidade é a mesma. Esta é a primeira geração de cripto-moedas: Bitcoin e suas cópias.

Problemas

Lerdeza: Bitcoin é extremamente lerda. Possui uma taxa média de 7 transações por segundo. No mundo inteiro, 7 transações por segundo. Eu não sei se fica claro somente com esta informação, mas possibilitar apenas SETE transações por segundo em uma rede que deseja ser utilizada mundialmente é risório! Atualmente existem mais de 300.000 transações na "fila de espera", e o tempo para a transação ser efetivada pode chegar a durar mais de um dia! Isso também acarreta outro problema: taxas. Quanto maior a fila, maior a taxa para que sua transação não fique perdida (transações com taxa maior são aceitas primeiro)
Armazenamento: Devido ao crescimento exponencial da quantidade de transações (lembrando que todas as transações são armazenadas na blockchain, como visto em CRIAÇÃO), o tamanho da blockchain também está crescendo exponencialmente. Atualmente já bate 139 gigas de tamanho, e brevente esse número será tão grande que usuários com máquinas normais (sem ser servidores gigantes) não poderão armazenar a blockchain inteira, que é um dos pilares da descentralização da bitcoin.
Escalabilidade: Tendo em vista os dois problemas acima, percebe-se que a Bitcoin não está preparada para ser usada mundialmente no dia-a-dia de todos. E o pior é... Não tem previsão para melhorar! Por isso muitas pessoas que acompanhavam o projeto há anos estão abandonando o navio.
Estes são os três maiores problemas que a bitcoin sofre atualmente (na minha opinião), e infelizmente não são os únicos...

Avanços

Com os visíveis limites do bitcoin, um grupo de desenvolvedores começou a criar uma nova criptomoeda... Mas dessa vez ela seria inteligente! Você poderia pagar fulano SE recebesse o produto. Você distribui uma parte do dinheiro CONFORME a pessoa contribui com a rede, etc! Essa é a ideia por trás dos contratos-inteligentes (smart contracts) que é o carro forte das moedas como o Ethereum.
O Ethereum iniciou a "segunda geração de criptomoedas". Com ela vieram inúmeros clones, a grande maioria das moedas atualmente no mercado são clones do Ethereum com uma pequena modificação. Alguns problemas da Bitcoin foram atenuados, mas nenhum deles realmente foi resolvido.
A taxa de transações por segundo duplicou... Para míseras 14 transações por segundo. A segunda geração abriu inúmeras portas para a aplicação da blockchain em diversos tipos de aplicações, mas não resolveu os problemas que atingiam (e ainda atingem a bitcoin).

Cenário atual

Com a popularidade da bitcoin deixando a Beyoncé para comer mosca, a busca pela moeda e interesse só vem aumentando. Com isso o mercado está valorizando absurdamente, mas bem instavelmente também, com correções de preço de até 40% de um dia pro outro.
Porém, pela terceira vez que falo nesse post: os problemas ainda não foram corrigidos.
Então é isso? Está tudo fadado ao fracasso? Não!
Atualmente estão surgindo os primeiros projetos que estão tentando ser "a primeira moeda da terceira geração". Essa terceira geração seria uma cópia da segunda, porém com os problemas resolvidos (entre outras coisas). Essas moedas são principalmente IOTA, EOS e o que eu particularmente estou interessado e investindo: CARDANO !.
Espero que este post tenha sido uma introdução boa ao assunto! Caso tenha alguma dúvida (e eu saiba responder) pergunte a vontade!
submitted by LimonadeTengu to brasil [link] [comments]

Discussão sobre Criptopmoedas (Bitcoin e Altcoins). Um pouco sobre o que aprendi e como você pode conhecer mais sobre esse mundo novo.

Oi, /Brasil!
Antes de qualquer coisa gostaria de fazer um ‘disclaimer’ sobre esse post:
Não estou aqui para fazer aquele marketing “Olhe como em apenas 5 passos você pode ficar muito rico!!”. Eu sou extremamente novo nesse mercado de Criptomoedas e aprendi tanta coisa nova e legal e gostaria de compartilhar meu conhecimento, tirar duvidas e quem sabe trazer novas pessoas nesse novo mundo.
 
Nesses últimos tempos vários posts sobre Bitcoin e Altcoins estão aparecendo aqui no /Brasil e muita gente discute sobre o assunto. Alguns extremamente céticos, uns curiosos e outros que já conhecem um pouquinho do assunto. Eu tentei dar um help pro pessoal que fez perguntas nos outros posts e alguns se juntaram ao grupo que organizei sobre Criptomoedas no Discord.
 
Não quero trazer também o “invista até não poder mais”. Esse mercado de criptomoedas é extremamente volátil e você pode sim perder dinheiro com isso. Nunca invista o que não pode perder.
 

Quero iniciar comentando sobre algo que muitos céticos usam:

“Bitcoin é uma bolha, ela vai estourar e você vai perder tudo.”
 
O que não é uma bolha, certo?
Bolha do ‘dot com’ e bolha da Apple a bolha do Tesla. Existem vários outros exemplos que eu poderia dar, mas eu não vim aqui pra isso.
 
A ideia central de Criptomoedas é ser um sistema descentralizado de qualquer banco, empresa e governo, ser seguro, open-source, totalmente criptografado, que é apoiado pela matemática implementada. Toda a história da moeda deve ser aberta ao público e você pode ver toda e qualquer transação feita na rede. Essas transações precisam ser processadas por máquinas que confirmam que essa transação não é um double-spending ou alguém querendo criar moedas “out of thin air”. Se alguém quiser hackear o sistema ele vai precisar quebrar toda a Blockchain da moeda (explicação mais abaixo).
 
Blockchain (cadeia de blocos) é todo o registro de tudo que aconteceu com a criptomoeda. Cada novo bloco é ligado ao ultimo bloco existente. Nenhum dado subsequente pode ser alterado sem que todos os outros blocos sejam alterados. Fazendo assim a criptomoeda em questão super segura. Blockchain é estudada para aplicações de gerenciamento de identidade, registro médico, prova de documentos, etc.
 
Você pode fazer uma transferência pequena de alguns trocados até com centenas de milhares Reais para qualquer lugar do mundo. Imagine você aqui no Brasil tem um parente lá na Coréia do Sul. Você quer mandar R$3000,00 para o parente. Para isso você precisa ir até o seu banco, solicitar uma transferência de alto valor, pagar todas as taxas do banco, do seu governo, talvez até do governo do país que será enviado, esperar até a data estipulada para o dinheiro chegar ao seu parente (a partir do dia do envio+2). Faça a pesquisa, você pode pagar muito alto por isso.
 
Agora leve em consideração o Bitcoin. Mesmo com uma taxa alta nesses últimos tempos (da ultima vez eu paguei R$12,00), imagine você mandar esses mesmos R$3000,00. Só que a transação é feita em até 60 minutos. Você manda a ordem de transferência da sua carteira até a carteira do seu parente, essa transferência de Bitcoin é registrada, então processada pelos mineradores e depois de um tempo o Bitcoin é validado na carteira do seu parente. Depois disso ele pode já usar os Bitcoin no mesmo dia ou ir até um caixa eletrônico de Bitcoin e sacar em dinheiro ou até trocar por outras moedas ou por dinheiro em Exchanges.
 
Fora Bitcoin, nós temos centenas de outras criptomoedas. Várias são muito interessantes, como: Ethereum, Litecoin, Bitcoin Cash, Vertcoin. Outras são simplesmente enganações usadas para roubar dinheiro de quem investe nas criptomoedas. Infelizmente existem coisas ruins como essa em qualquer lugar do mundo. Sugiro também uma pesquisa sobre cada criptomoeda. Coinmarketcap é um site legal para você iniciar sua pesquisa nas moedas de maior valor, volume, tecnologia, etc.
 

Mineração

A mineração consiste em usar o recurso de processamento do seu computador para procurar e resolver blocos. Quando isso acontece uma recompensa é distribuída para todos os mineradores envolvidos na mineração. Você pode minerar sozinho (o que hoje é impossível para alguém normal) ou pode entrar em uma Mining Pool.
 
Recentemente comecei a minerar uma criptomoeda chamada Vertcoin. Não é necessário muito conhecimento em como funciona a mineração. Basta ter um computador com placa de vídeo legal (a partir de uma gtx 1060 é legal), baixar um programa chamado One-Click Miner (OCM), arranjar uma carteira da moeda (interessante a Electrum Vertcoin Wallet), apontar seu minerador para aquela carteira, selecionar uma Pool de mineração e clicar Start.
 
Na mineração de Vertcoin você usa o poder de processamento da sua GPU para procurar blocos na rede junto com vários outros mineradores. Quando um bloco é encontrado você é recompensado pelo tempo que você esta minerando. Quanto mais tempo estiver minerando, melhor. Mas até um limite claro.
 
Não vou dizer que vale a pena você minerar porque existem muitas variáveis para isso. Para mim esta valendo a pena. Com uma GTX 1080 consigo pagar o gasto extra de conta de luz e lucrar Vertcoins. Recomendo fazer o calculo e ver se vale a pena.
 
A ideia central que estou levando para minerar Vertcoin é que devido a sua história, seus desenvolvedores, resistência à ASIC (Application Specific Integrated Circuits) e sua transparência com a comunidade ela será adotada pelo mercado. Seu valor subiu de US$0,04 em Janeiro de 2017 para hoje no preço de US$5,4. Outra coisa legal é que o Vertcoin usa algoritmo criado por brasileiros, chamada Lyra2!
 
Se você, leitor, tiver interesse em minerar ou discutir mais sobre moedas e conhecer mais, eu vou sugerir entrar no Discord que criei exatamente para isso: https://discord.gg/aWfV2Q5. Somos um grupo pequeno, mas o pessoal lá é super amigável e me trouxeram muito conhecimento novo. Temos desde iniciantes até alguns veteranos no assunto. Temos uma Pool de mineração de Vertcoin (Veja aqui) também se alguém se interessar.
 

Conclusão

Esse mundo de Cryptocurrencies é muito novo, estranho, inovador e interessante. Aprendi muita coisa e nem estou a tanto tempo assim aprendendo. Tenho comprado, vendido, minerado e guardado várias moedas diferentes. Tenho lucrado uma grana interessante que não teria vindo caso continuasse igual meus amigos que dizem não ter dinheiro pra investir nisso, mas saem todo final de semana com amigos/namorada e gastam 50, 100, 200 reais. Deixasse de sair 1 fim de semana por mês e compra uma moeda “segura” como Litecoin ou Ethereum. Da um lucro legal em uns 10 anos caso for atento, trocar por Real quando necessário ou mudar pra outra moeda.
 
Tem muita coisa que ainda quero falar, mas não quero deixar esse texto mais extenso do que esta. Por isso, peço a você que está lendo para deixar seus comentários, a favor ou contra, que vou tentar responder, aprender coisas novas, tirar dúvidas, fazer perguntas também e ter discussões saudáveis.
submitted by TheCrazyTiger to brasil [link] [comments]

Bitcoin XT, Forks e tudo mais (parte 1)

Se você está querendo saber o que é Bitcoin, esse artigo não é pra você. Se procura um posicionamento politico, também veio ao lugar errado. Esse artigo é sobre como funciona o mecanismo de consenso, e a bifurcação (Fork) que ocorrerá em consequência da adoção do Bitcoin XT.

O mecanismo de consenso e os forks

O Bitcoin se propõe a resolver um problema clássico da computação, conhecido como “Problema dos generais bizantinos Iterado”1. Esse problema pode ser resumido como sendo “buscar o consenso através de mensagens transmitidas por um meio inseguro”. Não vou entrar em detalhes aqui sobre como o consenso é atingido ou buscado, pois sairia do escopo desse artigo, mas basta saber que o objetivo do bitcoin é conseguir o consenso entre os participantes da rede. Quando esse consenso não é atingido, acontece o que chamamos de “Fork“, ou bifurcação.
Nesse ponto quero deixar claro: um Fork na blockchain não tem nada a ver com um fork do código fonte. um Fork na blockchain pode acontecer sem haver fork no código fonte (e ja aconteceu algumas vezes antes por bugs no software do bitcoin core2 ). Forks no código fonte do bitcoin acontecem todo o tempo. São desenvolvedores criando novas criptomoedas concorrentes ou complementares ao bitcoin3. Note que esses forks sempre criam novas blockchains, começadas do zero. Ou seja, são forks do código fonte, mas não da blockchain.

Soft Fork

Voltando ao assunto. O consenso no contexto do bitcoin é definido pela blockchain. Ela nada mais é do que uma sequencia de blocos, estes compostos por transações, encadeados um ao outro através de assinaturas criptográficas4. Sempre que há uma divergencia entre mineradores, ou seja, quando conjuntos diferentes de transações são validados ao mesmo tempo formando blocos diferentes para a mesma posição da blockchain, acontece um fork. Esse tipo de fork é chamado de “soft fork“, e faz parte do mecanismo de obtenção de consenso.
Como a rede decide qual desses dois blocos vai ser mantido e qual será descartado? Simples. Quando o proximo bloco for minerado, apenas um dos dois terá sido “assinado” pelo minerador. Aquele que ficar de fora, se torna “órfão”. E se dois mineradores criarem dois novos blocos simultâneos, cada um assinando um dos antecessores concorrentes criados na rodada anterior? Apesar de pouco provável, será formado um fork de dois blocos, ou três, quatro, etc, blocos até o momento em que algum minerador conseguir minerar sozinho o próximo bloco, sem conflitos, e criar uma sequencia mais longa que a concorrente. Quando essa sequencia é criada, a rede atinge novamente o consenso, e essa nova blockchain, mais longa que a concorrente, é mantida e a sequencia concorrente de blocos é tornada órfã.
http://i2.wp.com/www.extremetech.com/wp-content/uploads/2014/06/bitcoin-blockchain.jpg (imagem: Soft Forks. Os blocos roxos se tornaram órfãos.)
O mecanismo de consenso então é sempre decidir pela sequencia mais longa de blocos. Soft forks são mecanismos temporários que permitem que duas versões concorrentes da blockchain disputem qual delas atingirá o consenso. Soft forks com mais de um bloco são raras, muito raras.
E órfãos são ruins! Ninguém gosta de órfãos5. Órfãos dão um prejuízo danado a quem os minera, pois gasta poder de processamento para encontrar um bloco que vai ser descartado pela rede e não vai gerar dividendos. A menos que se esteja tentando um ataque à rede, ninguém vai querer forçar a criação de soft forks na rede, pois o risco de tomar prejuízo é grande.

Hard Forks

Então chegamos no grande vilão do consenso: Os hard forks. Hard forks são quando alguma coisa impede que um consenso seja atingido. Pode ser um bug no sistema, que cria blocos reconhecidos por algumas versões da carteira, mas não por outras. Esse tipo de bug já aconteceu mais de uma vez2. Pode também ser decisão do time de desenvolvedores, para acrescentar funcionalidades à moeda. Para evitar que um hard fork proposital tenha impacto na moeda, um consenso prévio entre desenvolvedores e usuários costuma ser buscado, e quando o hard fork acontece, estão todos (ou quase todos) com a versão correta da carteira e a cadeia “errada” é rapidamente descartada ou ignorada.
https://bitcoin.org/img/dev/en-hard-fork.svg (imagem: Exemplo de Hard Fork. A cadeia superior usa a versão antiga da carteira enquanto a cadeia inferior usa a versão nova. Como não houve consenso, duas cadeias paralelas se formam a partir do terceiro bloco.)
Se órfãos já eram ruins, imagina um hard fork? é todo um ramo da blockchain que nunca vai virar o consenso. É a pior coisa que pode acontecer, e é motivo de morte para várias altcoins6.

A rede e a propagação das transações

Além da blockchain, outro componente primordial do bitcoin é a rede. O bitcoin forma uma rede P2P conectando cada carteira com uma quantidade razoável de outras carteiras, de forma que as mensagens entre uma e outra consigam percorrer toda a rede. De uma forma simplificada, as transações criadas por uma carteira são enviadas a todas as outras conectadas a ela. Cada uma dessas carteiras, por sua vez, retransmite as transações recebidas de uma carteira conectada para todas as outras, e assim sucessivamente, até que toda a rede tenha recebido uma copia daquela transação. OS blocos minerados passam pelo mesmo processo. A diferença é que as transações ficam armazenadas em uma memória temporária, e os blocos são armazenados na blockchain, de forma permanente.
http://i2.wp.com/blog.girino.org/wp-content/uploads/2015/08/split_nets.png (Imagem: Exemplo de redes com clientes de versões diferentes. Na primeira uma rede totalmente conectada. Na segunda, as linhas vermelhas indicam os pontos onde clientes de versões diferentes irão se desconectar. Na terceira e quarta vemos as redes isoladamente.)
Quando acontece um fork, seja ele soft ou hard, a transmissão das transações e blocos continua ocorrendo normalmente. Ou seja, forks não afetam a propagação de transações pela rede. No caso de um hard fork, entretanto, alguns blocos gerados por carteiras de versão diferente ou com bug vão ser descartados como inválidos, e não serão gravados. Em casos graves, as carteiras que insistirem em enviar blocos “inválidos” podem ser desconectadas. Em alguns casos, essa desconexão pode separar a rede em duas redes que não se comunicam. Chamamos isso de split. Mas na maioria dos casos, as redes continuam se comunicando, mas ignorando os blocos gerados pela outra rede. Quando há um split, criam-se efetivamente duas redes separadas, com duas blockchains separadas, praticamente como se existissem duas moedas separadas.

O bitcoin XT

Também não vou entrar em detalhes sobre quais são as melhorias propostas pelo Bitcoin XT ou se elas são boas ou ruins. Apenas pretendo descrever o que deve acontecer com a blockchain e com a rede bitcoin devido a sua introdução.
O bitcoin XT é um fork do código do bitcoin que pretende gerar um hard fork da blockchain do bitcoin caso sua aceitação passe do limite de 75%7. Após atingido esse limite ele emitirá uma mensagem para todos os clientes da rede informando que haverá um hard fork e dando o prazo de duas semanas para que quem quiser possa adequar seus sistemas. Passadas duas semanas, o XT começará a minerar blocos seguindo as novas regras, gerando assim um hard fork.
Isso não seria um problema normalmente, já que o processo de consenso seria conduzido fora da rede e quando fosse finalmente colocado em prática o fork, todos os usuários já estariam com seus sistemas e carteiras atualizados. Só que isso não aconteceu. O XT optou por não passar pelo processo de obtenção de consenso fora da rede e usou esse novo processo para decidir sobre a criação ou não do hard fork. Em termos práticos, o processo deixou de ser uma tentativa de consenso e passou a ser uma votação por maioria de 3/4 dos mineradores8.
A intenção dos criadores do XT é que, caso eles atinjam os 75%, todo mundo migre para o XT e o consenso seja atingido sem hard fork. Mas isso não necessariamente é verdade. Vou tentar descrever abaixo alguns dos cenários que podem acontecer.

1) CAMINHO FELIZ SEM XT

Esse é o cenário mais fácil de prever. O XT não obtém 75% dos mineradores, e tudo continua como está.

2) CAMINHO FELIZ COM XT

Esse cenário se dá com um consenso sendo atingido antes do término das duas semanas de adaptação. Nesse caso, todos migram par ao XT e quando o hard fork ocorrer, não haverá ninguém no lado “antigo” do fork, que morrerá rapidamente. O XT substitui o bitcoin totalmente. Esse cenário parece improvável dada a quantidade de pessoas defendendo o XT.

3) HARD FORK, MAS O BITCOIN “ANTIGO” CONTINUA EXISTINDO.

Suponhamos que 20% dos mineradores optem por não migrar par ao XT. No momento do hard fork teremos a criação de duas moedas com um passado comum. Uma que chamarei de “core” e é minerada pelos que não migraram para o XT e outra que chamarei “XT”, minerada por quem optou pela mudança. Nesse cenário, existem diversas situações de risco e que podem causar problemas tanto para a rede como para os usuários.
Na próxima parte desse artigo eu vou tratar em mais detalhes desse cenário, que é o mais interessante tecnicamente.

Referencias

  1. ↑ ver Byzantine Generals
  2. ↑ ver os seguintes artigos: 1, 2 e 3
  3. ↑ Atualmente são tantos que a ferramenta de visualização do github nem permite ver o gráfico
  4. ↑ Pra quem quer saber em melhores detalhes, um bloco precisa conter o hash do bloco anterior e ser validado por um processo conhecido como mineração, veja esse artigo (não técnico) ou esse (mais técnico)
  5. ↑ No contexto de bitcoins, não tenho nada contra crianças que precisam de adoção
  6. ↑ veja nessa lista de altcoins mortas quantas morreram por hard forks
  7. ↑ O valor exato é de 750 blocos minerados pelo XT entre os últimos 1000 blocos minerados, ver BIP-0101
  8. ↑ na verdade 3/4 do poder de processamento, já que mineradores mais “poderosos” terão mais influencia no voto
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Crédito, débito ou bitcoin?

São Paulo - O empresário Rodrigo Souza, de 34 anos, mudou-se para os Estados Unidos em 2008 e colocou seu apartamento em Santos à venda no ano passado. Nada de excepcional, não fosse a única forma de pagamento aceita: bitcoin.
Como mora em outro país, essa é, segundo ele, a melhor maneira de receber o dinheiro sem pagar as altíssimas taxas de remessa ao exterior — que podem chegar a 10% do valor de venda — ou do imposto sobre operações financeiras (IOF), que no fim do ano passado chegou a 6,38%.
Essa transação não é novidade para Rodrigo. Sócio de uma empresa de vídeos publicitários de animação, a MindBug Studios, Rodrigo tem colaboradores espalhados por quatro países. Seus empregados no Brasil e na Argentina recebem o salário em bitcoins.
“Tentei pagá-los via PayPal (serviço online de pagamentos), mas as taxas sequestravam boa parte do dinheiro. Com o bitcoin, eles recebem o salário integral e descontam os impostos nos países onde moram”, diz. Rodrigo também aceita, e até prefere, essa moeda como forma de pagamento pelos serviços prestados por sua empresa. “O dinheiro chega mais rapidamente e eu me livro das taxas”, afirma.
O empresário usa bitcoins principalmente como forma de transferir dinheiro e mantém cerca de 20% do patrimônio na moeda virtual. “Como o valor é muito volátil, prefiro transferir o resto para dólar, por garantia”, explica.
O bitcoin é uma moeda que circula apenas online, sem a regulação de um banco central e com transações encriptadas, ou seja, transmitidas em códigos, para dar segurança ao usuário e manter anônimas suas informações. Cada unidade valia, no início de abril, 446 dólares.
No dia 19 de novembro a moeda havia chegado a 545 dólares. Dez dias depois, estava cotada em 1 023 dólares. Essa instabilidade é um dos principais argumentos dos economistas que afirmam que o “bit­coin é algo mais parecido com loteria do que com moe­da”. A frase é do professor de finanças da FGV Samy Dana.
“Uma moeda precisa armazenar e conservar valor, mas o bitcoin oscila mais de 20% em um único dia”, diz Samy. Outra questão é a falta de uma autoridade monetária. “Não existe uma agência central reguladora. Isso deixa o bitcoin praticamente à margem da lei”, diz o professor de finanças do Ibmec do Rio de Janeiro Nelson de Souza.
Entretanto, há quem defenda que o bitcoin seja a moeda do futuro. No fim do ano passado, Ben Bernanke, então presidente do Federal Reserve, o banco central americano, enviou uma declaração ao Comitê de Segurança Nacional do Senado reconhecendo que o bitcoin “pode ser uma promessa, particularmente se as inovações que ele traz forem capazes de promover um sistema de pagamento mais rápido, seguro e eficiente”.
O Departamento de Justiça americano também emitiu um co­municado oficial informando que as operações com bitcoin são um meio legal de troca. “O Departamento de Justiça reconhece que muitos sistemas monetários virtuais oferecem serviços financeiros legítimos e possuem potencial para promover um comércio global mais eficiente.”
No Brasil, só 52 estabelecimentos estão no coinmap, o mapa que mostra quem aceita bitcoins. Parece pouco, mas esse número dobrou desde o fim do ano passado. O engenheiro da computação de Belo Horizonte Eduardo Camponez, de 33 anos, deve aumentar essa lista.
Ele convenceu uma escola de inglês online a aceitar bitcoins. Eduardo começou a estudar o bitcoin no fim do ano passado e já usou a moeda virtual para comprar em sites como Amazon. Para ele, a principal vantagem dela é ficar livre de intervenções de governos e bancos.
Esse aspecto, no entanto, preocupa autoridades do mundo todo. Um bom exemplo disso foi o que aconteceu em 2010, quando o governo americano tentou fechar o WikiLeaks, site que vazou documentos confidenciais da Casa Branca sobre a guerra no Afeganistão.
Como punição, o governo americano proibiu que bancos e operadoras de cartões de crédito transferissem dinheiro ao site, que vive de doações. Foi então que o WikiLeaks começou a receber doações em bitcoins, que não podem ser bloqueadas nem rastreadas pelas autoridades.
Na rede, é possível visualizar quanto e quando o dinheiro foi transferido, mas as contas que o enviaram e o receberam permanecem anônimas. Com base nessa premissa, Charlie Shrem, criador da BitInstant, empresa de negociação da moeda virtual, foi preso em janeiro, acusado de um esquema de venda de bitcoins para usuários do Silk Road, mercado negro online que vende drogas e armas ilegalmente.
A origem do bitcoin é incerta. Acredita-se que ele tenha sido criado em 2008 por Satoshi Nakamoto, programador japonês de 64 anos radicado nos Estados Unidos. No mês passado, a revista americana Newsweek tentou confirmar a informação, que foi negada por Satoshi.
Mais misteriosa ainda foi a forma como, em fevereiro, a Mt. Gox, maior bolsa para troca de bitcoins no Japão, anunciou que 300 milhões de dólares na moeda virtual foram roubados por hackers. “Fraudes acontecem com qualquer moeda”, diz Eduardo Camponez.
O bitcoin é considerado por seus defensores uma resposta à alta carga tributária e ao excesso de regulação do sistema monetário. “Ela representa uma revolução sem precedentes no sistema bancário mundial”, diz o economista Fernando Ulrich, autor do livro Bitcoin — a Moeda na Era Digital. Já há centenas de criptomoedas criadas a partir do código-fonte do bitcoin.
A ripple, uma delas, já recebeu aportes milionários de investidores como o Google Ventures. Na dúvida, talvez seja bom se acostumar com a ideia de ter uma carteira digital. Ela pode se tornar uma realidade na sua vida num futuro bem próximo.
Entenda como são feitas as transações com essa moeda virtual
O que é: Uma moeda que só circula online, com transações feitas em códigos para proteger a identidade de seus usuários
Bitcoin: As transferências, mesmo que internacionais, são feitas diretamente entre os usuários, sem taxas.
Moeda convencional: Operações com cartões de crédito e débito ou transferências de dinheiro passam pelos bancos.
Como encher a carteira
Vendendo
• Vendendo produtos, em lojas e sites, e aceitando bitcoins em troca.
Comprando
• Comprando a moeda de outras pessoas em sites como LocalBitcoins.com ou em casas de câmbio especializadas.
Minerando
• Resolvendo problemas matemáticos gerados pelo software do bitcoin, usado para autenticar as transações com a moeda na internet. Quem soluciona primeiro os problemas é recompensado com um pagamento em bitcoins pelo serviço prestado aos demais usuários.
Essas pessoas são chamadas de mineradoras, porque “garimpam” seus bitcoins em vez de comprá-los.
Saiba como uma compradora nos Estados Unidos faria para adquirir com bitcoins um par de sapatos de uma loja na Itália e como a operação é validada pelos membros da rede
1 O primeiro passo é criar uma carteira virtual em sites como Coinbase e Multibit. Cada conta dá acesso a uma série de endereços, cada um formado por uma sequência de letras e números.
2 Quando visita um site de compras e decide adquirir um produto em bitcoins, a compradora recebe do vendedor um endereço.
3 O passo seguinte será entrar em sua própria carteira virtual e usar sua assinatura digital — uma espécie de senha — para autorizar a transferência para o endereço gerado pelo vendedor.
4 Cada transação gera um problema matemático, que precisa ser solucionado pelos mineradores para que a operação seja finalizada. Os mineradores emprestam a capacidade analítica de seus computadores para a rede e, como forma de bonificação, recebem 25 bitcoins por operação completada.
5 Para cada transação, é gerada uma chave pública — uma senha que permite a qualquer membro da rede verificar se a operação é válida, embora ninguém possa identificar os envolvidos nela.
Confira abaixo as vantagens e as desvantagens envolvidas no uso do bitcoin
Vantagens
• É possível enviar dinheiro para qualquer lugar do mundo sem pagar as altas taxas de transferência cobradas pelos bancos.
• Qualquer membro da rede pode ver quais transações foram feitas, o que reduz a possibilidade de fraudes. O valor e o horário das operações são registrados, mas os usuários permanecem anônimos — a menos que alterem seu nível de privacidade.
• No Brasil, só 52 estabelecimentos admitem bitcoins como forma de pagamento. Parece pouco, mas esse número já é o dobro do que existia até o fim do ano passado.
• É possível trocar reais por dólares ou qualquer moeda estrangeira sem incidência do imposto sobre operações financeiras (IOF), que chegou a 6,38% em 2013. Basta comprar bitcoins com moeda nacional e vendê-los na moeda desejada.
Riscos
• Não há a quem recorrer em caso de fraude ou quebra de uma casa de câmbio de bitcoins.
• Como não é uma moeda regulamentada, o valor do bitcoin pode oscilar mais de 100% em um dia. Sua alta volatilidade faz com que ele não seja indicado como investimento.
• Assim como qualquer coisa que só existe o mundo virtual, carteiras e contas podem ser invadidas por hackers.
• Ainda são poucos os estabelecimentos ou prestadores de serviços que aceitam essa moeda
Fonte EXAME
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Onename e Bitcoin Authenticator Wallet, marcam o inicio do fim do uso do Longo endereço Bitcoin

Todo dia eu fico esperando o dia que inventarão algo que colocara o fim do uso do Longo, chato e nada pratico uso do Bitcoin Adress.
E hoje posso dizer que *Onename e Authenticator Wallet * marcam inicio do fim do uso do Bitcoin address (na minha humilde opinião).
Pra que funcione você terá que fazer o que você ja fez varias vezes em diversos sites. Criar um profile e baixar uma carteira.
Primeiro você tera que criar seu perfil, e fazer verificação da identidade na pagina do onename. Você também irá registrar 2 endereços de BTC. 1 endereço é usado para a sua verificação, e o outro para recebimento de BTC. Depois de algumas horas seu perfil estará pronto para ser usado com a carteira bitcoin authenticator (alpha release).
A carteira é simples, facil de usar, lightweight, e não precisa baixar todo o histórico do blockchain. E Quando você inicia a carteira parece como qualquer outra Wallet.
A melhor parte quando você usa a carteira é, que quando vc for mandar Bitcoins para a pessoa X vc apenas tem que digitar o nome que esta registrado no Onename e o avatar da pessoa aparecera. Deixando assim o processo de enviar BTCs mais intuitivo.
http://i.imgur.com/Br9GTzk.png
Eu não vou escrever mais sobre os aplicativos porque existe material suficiente na net sobre os dois aplicativos, que ira satisfazer a curiosidade e interesse de todos.
Podemos aqui discutir os prós e os contras dos aplicativos.
Link abaixo
Onename wiki Protocolo para sistemas de identidade decentralizado
Onename WEB
BitcoinAuthenticator No Git
BitcoinAuthenticator Web
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O dinheiro do futuro?

Uma nova moda da internet, uma alternativa ao sistema financeiro tradicional. O bitcoin é tudo isso ao mesmo tempo. A moeda virtual foi criada por um enigmático programador japonês chamado Satoshi Nakamoto, que ninguém viu nem sabe por onde anda. Há quem diga que a identidade de Nakamoto foi construída por um grupo de geniais programadores. “O bitcoin é para a indústria financeira o que o MP3 foi para a da música”, O bitcoin ainda é pouco conhecido no país, mas isso deve mudar num futuro próximo.
Afinal, o que é o bitcoin?
É uma moeda virtual que escapa ao controle de bancos e governos, permitindo que internautas façam transações financeiras sem intermediários. Ao contrário das moedas convencionais, como o real, a libra e o dólar, o bitcoin não é emitido por um banco central. Em tese, qualquer pessoa pode “minerar” novos bitcoins e comercializá-los na rede. Basta ter em casa um computador de última geração para rodar um programa gratuito e de código aberto que processa, dia e noite, complicados algoritmos matemáticos.
Para que serve?
Já dá para fazer de tudo: desde comprar um apartamento em Buenos Aires, colocado à venda no site portenho do Mercado Livre, até pagar pelo serviço da plataforma de blogs WordPress. No site da BitcoinStore, também é possível adquirir qualquer aparelho eletrônico. No Brasil, por enquanto, o bitcoin é aceito em raríssimos lugares, como o descolado bar Las Magrelas, na Vila Madalena, em São Paulo. Mas ele já é a moeda “oficial” de Kreuzberg, bairro de Berlim conhecido pelos moradores ativistas e intelectuais.
Como funciona o comércio de bitcoins?
O primeiro passo é criar uma “carteira digital”. Existem diversos sites e casas de câmbio virtuais que oferecem esse serviço. O maior deles é o Mt.Gox, sediado no Japão, com mais de 638 mil usuários. Atualmente, o site controla 80% do comércio mundial de bitcoins e cobra uma taxa para cada transação. Somente em abril deste ano, o Mt.Gox movimentou US$ 535 milhões, segundo seu porta-voz Thomas Glucksmann- Smith. “Algumas pessoas também armazenam seus bitcoins em cold storage (um pen drive, por exemplo) para ter segurança extra”, afirma.
O bitcoin pode ser falsificado?
“A tecnologia está aí há quatro anos e nunca foi corrompida”. O segredo do sucesso é a criptografia. Cada moeda consiste em uma longa (e, até agora, inviolável) sequência de letras e números. Além disso, todas as transferências são registradas no blockchain, um banco de dados disponibilizado publicamente na internet por todos os usuários da moeda. Por isso, o sistema do bitcoin é chamado de peer to peer (ponto a ponto), ou seja, é descentralizado. O blockchain permite rastrear o histórico da movimentação de qualquer bitcoin, do “minerador” ao último comprador. Isso evita que um mesmo bitcoin seja vendido por duas fontes distintas.
Ele pode ser furtado?
Como qualquer mercadoria, pode sim. Por isso, recomendase o uso de softwares, como o YubiKey e o Google Authenticator, que garantem mais segurança na manipulação de senhas. Nem as casas de câmbio virtual estão imunes aos hackers.
É possível usar para atividades ilícitas?
A moeda virtual ficou famosa quando o WikiLeaks – o explosivo site criado para vazar documentos secretos do governo dos EUA – passou a aceitar doações em bitcoins. Depois, foi acusada de facilitar a vida de traficantes de armas e drogas do Silk Road, o mercado negro da internet. Sim: é possível comprar artigos ilícitos com bitcoin. “Mas o traficante da esquina também aceita dinheiro vivo” é a resposta dos ativistas da moeda virtual.
O que dá valor ao bitcoin?
Assim como todas as moedas em circulação no mundo, o bitcoin também é fiduciário, ou seja, baseado na confiança. “As pessoas acreditam no dólar porque, apesar de não ter lastro, é garantido pelo governo dos EUA”, explica o professor Pedro Garcia Duarte, da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo. Em outras palavras, se o bitcoin virar pó da noite para o dia, não há a quem recorrer. “Pode ser uma boa forma de se fazer comércio eletrônico no futuro. Mas, se o sistema não se mostrar inviolável como se pensa, a confiança – e a moeda – acaba.”
Há especulação?
Claro! Por enquanto, a moeda tem sido usada principalmente para investimento – como no mercado de ações. Sua cotação não está imune à especulação. Em abril, o preço de um bitcoin despencou de US$ 266 para US$ 54,25 em apenas três dias. Hoje, está na faixa de US$ 110. Se o preço assusta, saiba que você pode comprar até 0,00000001 bitcoin.
Investir em bitcoins é um bom negócio?
É uma questão de perfil. Nada garante que o bitcoin vá se valorizar – ou até sobreviver. “Tem quem ache que por ser novo é uma oportunidade de ganhar dinheiro. Eu sou avesso ao risco”, brinca o professor Pedro Garcia Duarte, da USP.
Fonte GQ
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